sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O que é Patch, Keygen, Keymaker, Crack, etc…

Fonte: http://www.tudopossodownloads.com

Keygen – Geralmente um arquivo EXE, que gera serial e/ou nome de usuário, Reg ou Key para um determinado programa.

Patch – Arquivo EXE que aplica o serial ou libera o programa automaticamente, alguns só funcionam se você colá-lo na pasta em que o programa foi instalado, outros podem ser executados a partir de qualquer pasta que ele vai pedir para achar um determinado arquivo EXE ou DLL.

Keymaker – Geralmente é uma combinação de Keygen com Patch, ou seja ele gera um serial e aplica automaticamente em determinado programa.

Reg – É um arquivo de registro que que pode inserir automaticamente o registro ( 2 cliques, sim, sim) ou você pode ter que ir em Executar do windows digitar “regedit” sem as aspas, clique com o botão do mouse direito e escolha inserir chave, ache o arquvivo Reg e de OK.

Key - É um arquivo que um determinado programa usa para ser liberado, clique em inserir key, ele pede para achar o arquivo você indica o caminho e pronto.

Reset – É um EXE que reseta o TRIAL, ou seja um programa com validade de teste de um mês, após a aplicação desde EXE ele vale por mais um mês, e assim por diante.

Serial - Número e/ou Nome chave para um programa.

Retail – Seria a versão completa, sem necessidades de inserir serial ou outro código.

E lembrando!
Alguns anti-vírus podem detectar como malware um dos arquivos citados acima! E na verdade são, mas não nocivos ao seu computador (no geral), porque ele altera códigos do programas como explicado acima!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cientistas decifram estrutura 3-D do genoma humano

Fonte: Site Inovação Tecnológica

DNA enrolado

Que a molécula de DNA tem a forma de uma rosca-sem-fim, comumente chamada de espiral DNA enroladodupla, todo o mundo sabe. O que é bem menos difundido é o fato de que, se o genoma de cada célula for esticado, ele terá dois metros de comprimento.

Sabendo disso, uma pergunta imediatamente se coloca: como é que as moléculas de DNA se enrolam para caber dentro da célula, sem se embaraçar e sem dar nós?

Imagem 3-D do DNA

Esta pergunta agora foi respondida por pesquisadores das universidades de Harvard e MIT, nos Estados Unidos, que decifraram a estrutura tridimensional do genoma humano, gerando a primeira imagem 3-D do DNA em seu estado natural, no interior de uma célula.

"Nós sabemos há muito tempo que o DNA, em pequena escala, tem o formato de espiral dupla," diz o pesquisador Erez Lieberman-Aiden, um dos autores da descoberta. "Mas se a espiral dupla não se dobrar, o genoma de cada célula teria dois metros de comprimento. Os cientistas de fato não entendiam como a espiral dupla se dobra para caber no núcleo de uma célula humana, que tem cerca de um centésimo de milímetro de diâmetro."

Compartimento de acesso rápido

Ao mapear tridimensionalmente o DNA, os pesquisadores fizeram duas descobertas surpreendentes. Primeiro, o genoma humano é organizado em dois compartimentos separados, mantendo os genes ativos facilmente acessíveis, enquanto o DNA não utilizado fica muito mais compactado em um outro compartimento.

Os cromossomos deslizam para dentro e para fora dos dois compartimentos repetidamente, conforme seus DNAs tornam-se ativos ou inativos. "De forma muito inteligente, as células separam os genes mais ativos, tornando mais fácil para as proteínas e outros reguladores alcançá-los," diz Job Dekker, outro membro da equipe.

Densidade de informações no DNA

A segunda descoberta é que o genoma adota uma organização muito incomum, conhecida como fractal. A arquitetura específica que os cientistas encontraram, chamada "glóbulo fractal", permite que a célula empacote o DNA em um formato incrivelmente denso - a densidade de informações alcançada é trilhões de vezes mais alta do que a encontrada em uma memória de computador.

E isso sem permitir que o genoma se embarace ou dê nós, o que inviabilizaria o acesso da célula ao seu próprio genoma. Além disso, o DNA pode facilmente ser desdobrado e novamente dobrado durante os processos de ativação genética, repressão genética e replicação celular.

Bibliografia:
Comprehensive Mapping of Long-Range Interactions Reveals Folding Principles of the Human Genome
Erez Lieberman-Aiden, Nynke L. van Berkum, Louise Williams, Maxim Imakaev, Tobias Ragoczy, Agnes Telling, Ido Amit, Bryan R. Lajoie, Peter J. Sabo, Michael O. Dorschner, Richard Sandstrom, Bradley Bernstein, M. A. Bender, Mark Groudine, Andreas Gnirke, John Stamatoyannopoulos, Leonid A. Mirny, Eric S. Lander, Job Dekker
Science
9 October 2009
Vol.: 326. no. 5950, pp. 289 - 293
DOI: 10.1126/science.1181369

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Remédio ajuda a parar de fumar e beber ao mesmo tempo

Fonte: Diário da Saúde

Parar de fumar e beber

Alcoolistas que fumam têm mais dificuldade para parar de beber. Pensando nesse grupo, pesquisadores da USP estudaram o topiramato, uma droga usada para tratar enxaqueca e epilepsia, e verificaram que ela ajuda os alcoolistas a fumar e beber menos simultaneamente - mesmo que não desejem interromper o fumo durante o tratamento contra álcool.

"Muitos dos dependentes não querem parar as duas drogas ao mesmo tempo", diz o psiquiatra Danilo Baltieri, responsável pela pesquisa. "Muitos aumentam o consumo de cigarro como forma de lidar com a abstinência de álcool, uma droga que consideram mais grave. É muito difícil parar as duas ao mesmo tempo".

Resultados

Baltieri comparou 155 homens alcoólatras, entre eles, 103 fumantes. Os dois grupos receberam ajuda para parar de beber e foram divididos em três subgrupos. Alguns receberam topiramato, outros uma droga chamada naltrexona e outros, placebo - uma pílula igual às outras, mas feita com amido, sem nenhum princípio ativo.

Os homens que tomaram topiramato passaram a consumir 40% menos cigarros, em média. Já os que tomaram naltrexona e a pílula de amido reduziram em 10% o número de cigarros. Todos os grupos fumaram menos mesmo sem nenhuma orientação sobre como parar de fumar, porque, com o tratamento, beberam menos.

Álcool e nicotina juntos

Depois, os pesquisadores compararam os resultados do tratamento entre fumantes e não fumantes. Os fumantes bebiam mais e tinham um risco 65% maior de recaída. O resultado confirma pesquisas anteriores. O consumo de álcool estimula o tabagismo e vice-versa.

"O álcool e a nicotina atuam juntos", diz Baltieri. "O álcool é geralmente inibidor e a nicotina excitatória". No entanto, a redução de cigarros no grupo que ingeriu topiramato foi significante, e não simplesmente relacionada com a diminuição do consumo de bebida.

Impulsividade e ansiedade

O topiramato é uma medicação que controla a impulsividade e a ansiedade. Ele age no cérebro, bloqueando a ação de uma substância chamada glutamato, relacionada com os sintomas de abstinência do álcool. Assim, ela também controla a vontade de voltar a beber e fumar.

"Devido a isso, é tentador teorizar que o topiramato tenha efeitos antifumo entre alcoolistas fumantes ajude a reduzir o consumo de cigarros entre alcoolistas", dizem os autores em seu estudo. Segundo Baltieri, os pesquisadores ainda precisam de mais certeza sobre os efeitos antifumo do topiramato.

Combate a dois vícios simultaneamente

Já se sabia que o topiramato pode ajudar a tratar o tabagismo e o alcoolismo, mas o estudo de Baltieri é o terceiro no mundo a verificar que a medicação pode ajudar nas duas dependências ao mesmo tempo. A pesquisa será publicada na edição de Novembro da revista internacional Drug and Alcohol Dependence.

Não há um procedimento padrão para combater os dois vícios simultaneamente. "A possibilidade de que um tratamento farmacológico possa ser desenhado para tratar ambas as condições abre novos horizontes para pacientes e médicos", afirma o especialista.

Quem precisa parar com as duas drogas deve procurar um psiquiatra especializado em dependência química para decidir com ele a melhor forma de tratamento. Para algumas pessoas, o topiramato possui alguns efeitos colaterais - por isso não é seguro consumi-lo sem receita médica.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ganhadores do Prêmio Nobel de Química 2009

Fonte: nobelprize.org

The Royal Swedish Academy of Sciences has decided to award the Nobel Prize in Chemistry for 2009 jointly to

Venkatraman Ramakrishnan, MRC Laboratory of Molecular Biology, Cambridge,
United Kingdom

Thomas A. Steitz, Yale University, New Haven, CT, USA

Ada E. Yonath, Weizmann Institute of Science, Rehovot, Israel

"for studies of the structure and function of the ribosome"

The ribosome translates the DNA code into life

The Nobel Prize in Chemistry for 2009 awards studies of one of life's core processes: the ribosome's translation of DNA information into life. Ribosomes produce proteins, which in turn control the chemistry in all living organisms. As ribosomes are crucial to life, they are also a major target for new antibiotics.

This year's Nobel Prize in Chemistry awards Venkatraman Ramakrishnan, Thomas A. Steitz and Ada E. Yonath for having showed what the ribosome looks like and how it functions at the atomic level. All three have used a method called X-ray crystallography to map the position for each and every one of the hundreds of thousands of atoms that make up the ribosome.

Inside every cell in all organisms, there are DNA molecules. They contain the blueprints for how a human being, a plant or a bacterium, looks and functions. But the DNA molecule is passive. If there was nothing else, there would be no life.

The blueprints become transformed into living matter through the work of ribosomes. Based upon the information in DNA, ribosomes make proteins: oxygen-transporting haemoglobin, antibodies of the immune system, hormones such as insulin, the collagen of the skin, or enzymes that break down sugar. There are tens of thousands of proteins in the body and they all have different forms and functions. They build and control life at the chemical level.

An understanding of the ribosome's innermost workings is important for a scientific understanding of life. This knowledge can be put to a practical and immediate use; many of today's antibiotics cure various diseases by blocking the function of bacterial ribosomes. Without functional ribosomes, bacteria cannot survive. This is why ribosomes are such an important target for new antibiotics.

This year's three Laureates have all generated 3D models that show how different antibiotics bind to the ribosome. These models are now used by scientists in order to develop new antibiotics, directly assisting the saving of lives and decreasing humanity's suffering.

Read more about this year's prize

Information for the Public

Scientific Background

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Links and Further Reading

Venkatraman Ramakrishnan, US citizen. Born in 1952 in Chidambaram, Tamil Nadu, India. Ph.D. in Physics in 1976 from Ohio University, USA. Senior Scientist and Group Leader at Structural Studies Division, MRC Laboratory of Molecular Biology, Cambridge, UK.
www.mrc-lmb.cam.ac.uk/ribo/homepage/ramak/index.html

Thomas A. Steitz, US citizen. Born in 1940 in Milwaukee, WI, USA. Ph.D. in Molecular Biology and Biochemistry in 1966 from Harvard University, MA, USA. Sterling Professor of Molecular Biophysics and Biochemistry and Howard Hughes Medical Institute Investigator, both at Yale University, CT, USA.
www.mbb.yale.edu/faculty/pages/steitzt.html

Ada E. Yonath, Israeli citizen. Born in 1939 in Jerusalem, Israel. Ph.D. in X-ray Crystallography in 1968 from the Weizmann Institute of Science, Israel. Martin S. and Helen Kimmel Professor of Structural Biology and Director of Helen & Milton A. Kimmelman Center for Biomolecular Structure & Assembly, both at Weizmann Institute of Science, Rehovot, Israel
www.weizmann.ac.il/sb/faculty_pages/Yonath/home.html

The Prize amount: SEK 10 million to be shared equally between the Laureates

domingo, 4 de outubro de 2009

Temperatura da Terra pode subir 4ºC em apenas 50 anos, diz estudo

Fonte: BBC Brasil

Um relatório do principal centro de pesquisas sobre mudanças climáticas da Grã-Bretanha alertou nesta segunda-feira para um aumento de 4º C na temperatura do planeta em apenas 50 anos caso as emissões de carbono não sejam reduzidas em breve.

O estudo do Centro Hadley, financiado pelo governo britânico, constitui o alerta mais grave já divulgado sobre o aquecimento global desde que o Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC), órgão científico da ONU, estimou em 2007 que a temperatura do planeta pode subir entre 1,8ºC e 4ºC até o fim deste século.

Utilizando novos dados a partir de análises sobre o ciclo do carbono e de observações atualizadas de emissões de países emergentes, como China e Índia, as conclusões não apenas reforçam a possibilidade do pior cenário do IPCC como reduzem pela metade o tempo disponível para ação.

Segundo o Centro Hadley, em um cenário de altas emissões, o derretimento de neve e gelo no Ártico poderia elevar a absorção de raios solares e elevar a temperatura ártica em até 15,2ºC.

Secas atingiriam severamente o oeste e sul da África, afetando a disponibilidade de água, segurança alimentar e saúde da população.

O estudo diz que “todos os modelos” indicam reduções na precipitação de chuvas também na América Central, no Mediterrâneo e partes da costa australiana. Em outras áreas, o aumento da temperatura em 50 anos poderia ser de 7º C, disse o estudo.

Já o padrão das chuvas seria severamente afetado na Índia – onde o nível de precipitações poderia aumentar 20% ou até mais, piorando o risco de enchentes.

Não bastasse o cenário consideravelmente pior do que os cientistas pensavam, o estudo alerta ainda que, em um cenário de emissões altas, a previsão de aumento de 4º C podem ser “adiantada em 10 anos, ou até 20 anos em casos extremos”.

Entretanto, concedem os cientistas, ainda há tempo de evitar o pior cenário se as emissões de carbono começarem a baixar de nível dentro da próxima década.

Ação

O estudo está sendo apresentado em uma conferência sobre a mudança climática na cidade inglesa de Oxford, e sai a público no mesmo dia em que delegados de 190 países se reúnem em Bangcoc, na Tailândia, para uma nova rodada de negociações antes da reunião da ONU em Copenhague, na qual espera-se um novo acordo de emissões de carbono em substituição ao Protocolo de Kyoto, vigente até 2012.

Líderes mundiais têm reiterado a necessidade de limitar a elevação da temperatura global nas próximas décadas em 2º C. Mas, como aponta o analista de ambiente da BBC Roger Harrabin, a questão tem esbarrado nos recursos que serão necessários para “limpar” a matriz energética global.

Um dos pontos fundamentais, diz o especialista, é que países em desenvolvimento querem ajuda para arcar com os custos de tal empreitada. O premiê britânico, Gordon Brown, tem falado em uma cifra de US$ 100 bilhões para conter o aquecimento global através do combate à pobreza. A União Europeia tem concordado.

No entanto, o presidente americano, Barack Obama, que preside a nação que mais polui em termos per capita, tem encontrado dificuldades para aprovar leis de controle de emissões no Congresso americano, ainda que reafirme a "determinação" dos seu país para agir e assumir suas "responsabilidades" em relação ao aquecimento global.

Na semana passada, a China anunciou que vai redobrar os investimentos em eficiência energética para reduzir as suas emissões de CO2 em uma "margem notável" – porém ainda não precisada – até 2020.

Tanto a China como os EUA repondem por cerca de 20% das emissões de dióxido de carbono provenientes da queima de carvão, gás natural e petróleo. A União Europeia produz 14% do total, seguida por China e Rússia, cada qual com 5%.

sábado, 3 de outubro de 2009

Nanoquímica acondiciona moléculas individuais em cápsulas de água

Fonte: Site Inovação Tecnológica

Reações químicas controladasA água flui através de um microcanal de 35 micrômetros de largura, entrando em um estreitamento que a quebra em gotículas. Variando a largura do canal é possível controlar o diâmetro das gotículas.[Imagem: C. López-Mariscal/K. Helmerson/NIST]

Pesquisadores norte-americanos criaram uma nova ferramenta que permite o encapsulamento de moléculas individuais em gotículas de água e a realização de reações químicas entre elas de forma controlada.

A nova ferramenta permitirá a criação de microrreatores químicos compactos e integrados para a realização de experimentos e para a obtenção de informações sobre moléculas individuais e sobre a estrutura e o funcionamento de importantes materiais orgânicos, como proteínas, enzimas e DNA.

Attolitros

Os cientistas do Instituto Nacional de Padronização e Tecnologia dos Estados Unidos utilizaram a microfluídica - uma técnica para a manipulação de fluidos em escala microscópica - para criar gotículas minúsculas de água que carregam as moléculas individuais a serem estudadas.

Cada uma das gotículas, que são produzidas com grande uniformidade, tem um volume de um attolitro - metade de um bilionésimo de bilionésimo de litro, ou 10-18 litros. A molécula a ser estudada é inserida no interior de cada gota.

Utilizando feixes de raios laser de um aparato conhecido como pinças ópticas, o dispositivo move duas ou mais gotículas, cada uma contendo sua própria molécula. Ao aproximar as gotículas, elas se fundem, colocando as duas moléculas em contato e permitindo que os pesquisadores observem a reação química por meio do microscópio.

Microrreator

Nos primeiros testes do novo microrreator, os pesquisadores estão misturando moléculas fluorescentes que emitem diferentes cores, a fim de verificarem a precisão do dispositivo em colocar em contato as moléculas corretas. No futuro eles planejam fazer reações químicas mais interessantes, como as que ocorrem entre uma bactéria e um anticorpo, ou entre um cromossomo e um medicamento.

Os pesquisadores podem ajustar sua pinça óptica no padrão desejado, permitindo a manipulação não apenas de gotas individuais, mas também de conjuntos delas, abrindo novas possibilidades para estudos no campo da espectroscopia de moléculas individuais.

Cápsula de água

Para criar as gotículas, a água é forçada por um estreito canal onde a pressão, juntamente com a presença de um detergente, quebra sua tensão superficial. As gotículas resultantes entram pelos microcanais encontrando-se com as moléculas a serem estudadas. Como estas moléculas são colocadas na concentração adequada, cada gotícula captura apenas uma delas em 99% das vezes.

No interior de cada gotícula, a molécula fica flutuando livremente juntamente com as moléculas de água, que funcionam como uma cápsula que a mantém isolada até que a gota funda-se com outra, permitindo a reação química.

Bibliografia:
Optical trapping of hydrosomes
C. López-Mariscal, K. Helmerson
Proc. SPIE
September 2009
Vol.: 7400, 740026